No centro de Pirenópolis, um ateliê transforma fios de prata em arte viva, carregada de tradição, beleza e sentimento.
Onde a delicadeza encontra a força da tradição
Na Rua do Bonfim, entre igrejas centenárias e casarões coloridos de Pirenópolis, um pequeno ateliê chama atenção pelo brilho sereno que vem de dentro. Não é ouro, nem vitrine chamativa — é prata pura, tecida com paciência e paixão.
O Ateliê da Filigrana é comandado por Amazona Fernandez e Márcio Barbosa, casal de artistas que dedica a vida a uma arte quase extinta: a filigrana. Essa técnica milenar, que entrelaça fios finíssimos de prata, cria formas leves, cheias de detalhes e com um ar quase mágico. Cada peça tem uma alma.
Joias que falam
As joias criadas ali não são simples adornos. Elas contam histórias.
Tem brinco com formato de beija-flor, anel com nome de flor do cerrado, pingente inspirado em mandalas e alianças com traços que lembram asas e folhas. Tudo feito à mão, com prata 925 ou 950, em coleções autorais que mudam conforme as estações — ou conforme o estado de espírito dos artesãos.
É comum clientes saírem emocionados. Um anel pode simbolizar uma nova fase. Um colar pode marcar uma despedida. Um par de brincos pode ser memória viva da viagem a Piri.
Muito mais que um ateliê
O espaço também é um lar. Os filhos do casal participam da criação, aprendem a técnica, acompanham o processo. O ambiente tem cheiro de prata quente, som de música suave, e uma calma rara. Lá dentro, tudo acontece devagar — como deve ser quando se faz arte com as mãos.
E o cuidado não para na estética. As peças têm garantia, acabamento personalizado, e podem ser encomendadas com prazo médio de 30 dias. Tudo pensado para que o cliente leve não só uma joia, mas um pedacinho da história de Pirenópolis.
Um presente de Piri para o mundo
Quem visita o Ateliê da Filigrana leva consigo uma lembrança única — e com sorte, também leva a história de quem a fez. Para quem não pode ir, a loja virtual atende todo o Brasil. Mas se puder, vá. Sente no banco de madeira, ouça a explicação, toque nas peças. É diferente. É especial.





