No segundo trimestre de 2025, Goiás bateu um marco histórico ao alcançar 3,89 milhões de pessoas ocupadas, o maior número já registrado desde o início da série do IBGE. O desemprego caiu para 4,4%, menor taxa em 12 anos, abaixo da média nacional de 5,8%.
Esse avanço é resultado do crescimento em setores-chave como comércio, serviços, indústria e agropecuária, que impulsionam a geração de empregos formais e fortalecem a economia estadual.
Pirenópolis também sente os efeitos positivos
A boa notícia vai além dos números estaduais. Em Pirenópolis, a redução do desemprego fortalece a circulação da economia local. Com mais pessoas trabalhando, há maior poder de compra e, consequentemente, aumento no consumo em restaurantes, hospedagens, lojas e atividades turísticas.
Isso significa mais movimento no comércio, no setor de lazer e no turismo — pilares fundamentais para a cidade.
Setores que mais cresceram
Comércio: alta de 6,5%, somando 820 mil vagas.
Serviços: recorde de 2,01 milhões de trabalhadores.
Indústria: expansão de 1,3%, com 478 mil ocupados.
Agropecuária: avanço de 1,7%, empregando 265 mil pessoas.
Apenas a construção registrou queda, com recuo de 1,6%.
Renda maior e massa salarial recorde
Além da queda no desemprego, os goianos tiveram aumento de renda. O rendimento médio mensal chegou a R$ 3.437, o maior da série histórica. A massa salarial atingiu R$ 13,3 bilhões, refletindo diretamente no consumo e na qualidade de vida da população.
Impacto para o futuro
Com menos desemprego e renda em alta, Goiás cria um ambiente favorável para novos investimentos e fortalecimento da economia local. Para Pirenópolis, isso significa mais turistas, mais eventos e mais oportunidades de desenvolvimento.




