Uma joia luso-brasileira restaurada, palco da memória cultural em plena cidade histórica goiana
No miolo charmoso de Pirenópolis, entre becos de pedra e o som distante do Rio das Almas, um velho conhecido voltou a respirar: o Teatro Sebastião Pompeu de Pina, uma joia do século XIX, acaba de ser restaurado — e com ele, toda uma alma coletiva despertou.
Erguido com mãos e sonhos da própria comunidade entre 1889 e 1901, o teatro nasceu do desejo de encenar vidas, de contar histórias à luz de velas e ao som de violinos.





