Prejuízo para quem vive e para quem visita
Quem mora na cidade já está acostumado a lidar com oscilações diárias e apagões repentinos, que comprometem desde o funcionamento de eletrodomésticos até a preservação de alimentos e medicamentos. Empresários, principalmente os do setor de hotelaria, gastronomia e turismo, relatam prejuízos recorrentes com cancelamentos de reservas, insatisfação de hóspedes e falhas nos sistemas eletrônicos.

Turistas também sentem o impacto: “Chegamos em Pirenópolis para descansar e curtir a natureza, mas o hotel ficou sem luz por horas. Nem o ar-condicionado funcionava”, relata Luciana Mendes, visitante de Brasília. Experiências como essa têm manchado a reputação da cidade e gerado reclamações em redes sociais e sites de avaliação.
Falta de respostas concretas da Equatorial
A população tem cobrado a Equatorial por melhorias na infraestrutura e atendimento mais eficiente, mas a sensação de abandono permanece. A concessionária, por sua vez, costuma emitir notas genéricas alegando “manutenção emergencial” ou “problemas na rede de distribuição”, sem ações visíveis de médio e longo prazo.

O que está sendo feito?
A Câmara Municipal e entidades como a ACIP (Associação Comercial e Industrial de Pirenópolis) já se manifestaram, solicitando à Equatorial explicações e um plano concreto para evitar novas falhas. Moradores organizam abaixo-assinados e pressionam as autoridades para que o problema seja tratado com a urgência que merece.
E o futuro de Piri?
Com um calendário de eventos agitado e uma economia fortemente apoiada no turismo, Pirenópolis não pode mais esperar. A falta de energia vai além do desconforto: é um entrave para o desenvolvimento, prejudica a imagem da cidade e desvaloriza investimentos.
A comunidade pirenopolina clama por respeito, dignidade e um serviço à altura da sua importância cultural, histórica e econômica para Goiás e para o Brasil.


