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Pirenopolino Joaquim Henrique de Sá morre aos 93 anos

Pirenopolino Joaquim Henrique de Sá, ex-presidente do TJGO, morreu aos 93 anos e deixa legado histórico na magistratura goiana.

JV Junior Vilela 25 de maio de 2026, 06:00 · 3 min de leitura
Pirenopolino Joaquim Henrique de Sá morre aos 93 anos

O pirenopolino Joaquim Henrique de Sá, ex-presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), faleceu neste domingo (24), aos 93 anos. O desembargador aposentado, natural da cidade histórica de Pirenópolis, teve uma longa e destacada trajetória na magistratura goiana. A causa da morte não foi divulgada.

A notícia repercutiu entre autoridades do Judiciário, magistrados, políticos e moradores de Pirenópolis, cidade com a qual Joaquim Henrique de Sá manteve forte ligação ao longo da vida.

Reconhecido pela atuação firme, pela postura equilibrada e pelo respeito institucional conquistado dentro da magistratura, o ex-presidente do TJGO deixa um legado importante para a Justiça goiana e para a história política e social de Pirenópolis.

O velório ocorre no Fórum José Joaquim de Sá, em Pirenópolis, e o sepultamento está previsto para o Cemitério São Miguel Arcanjo.

Pirenopolino Joaquim Henrique de Sá construiu trajetória no TJGO

A carreira jurídica de Joaquim Henrique de Sá foi marcada por décadas de atuação no Judiciário goiano. Ao longo da trajetória, ocupou diferentes funções até alcançar o topo da magistratura estadual como desembargador e presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás.

Antes de assumir a presidência do TJGO, também exerceu o cargo de corregedor-geral da Justiça entre 1995 e 1997, uma das funções mais importantes dentro da estrutura do Judiciário estadual.

Em dezembro de 1998, assumiu oficialmente a presidência do Tribunal de Justiça de Goiás, sucedendo o desembargador Lafaiete Silveira.

Durante sua gestão, participou de um período importante da organização institucional do Judiciário goiano, em um contexto de expansão das demandas judiciais e fortalecimento administrativo da Justiça estadual.

Colegas da magistratura costumavam destacar sua postura conciliadora, a condução equilibrada das relações institucionais e o compromisso com a estabilidade do Judiciário.

Além da atuação nos tribunais, o Pirenopolino Joaquim Henrique de Sá também teve papel ativo na promoção da lei, da ordem e no fortalecimento da Justiça no interior de Goiás, sendo lembrado como uma figura respeitada em diferentes regiões do estado.

Família Sá possui importância histórica em Pirenópolis

O sobrenome Sá possui forte relevância histórica e política em Pirenópolis, estando ligado a personagens importantes da formação social e institucional da cidade.

Natural de Pirenópolis, Joaquim Henrique de Sá manteve vínculos permanentes com o município ao longo da vida. Seu nome passou a integrar a memória histórica local não apenas pela carreira jurídica, mas também pela presença da família Sá na história política da cidade.

A realização do velório no Fórum José Joaquim de Sá reforça essa ligação histórica entre a família e o Judiciário local.

Pirenópolis possui tradição centenária na formação de lideranças políticas, jurídicas e culturais em Goiás. Ao longo de sua história, o município revelou nomes importantes em diferentes áreas da vida pública estadual.

Nesse contexto, o Pirenopolino Joaquim Henrique de Sá representa uma geração de figuras públicas associadas à construção institucional do estado de Goiás durante o século XX.

Além da relevância no Judiciário, também era lembrado em Pirenópolis pela postura discreta, pela defesa das instituições e pela relação próxima com a cidade histórica.

Legado do Pirenopolino Joaquim Henrique de Sá na magistratura goiana

A trajetória Pirenopolino Joaquim Henrique de Sá ultrapassa o aspecto administrativo da magistratura. Seu legado também está ligado ao respeito institucional conquistado ao longo de décadas de atuação pública.

Mesmo após a aposentadoria, continuou sendo reconhecido dentro do Tribunal de Justiça de Goiás como referência de ética, equilíbrio e compromisso com a Justiça.

Sua morte representa o encerramento de um capítulo importante da magistratura goiana ligado a uma geração de desembargadores que participaram diretamente do fortalecimento das instituições públicas estaduais.

Em Pirenópolis, a notícia mobilizou moradores e pessoas ligadas à história política e cultural da cidade. O município, conhecido nacionalmente pelo patrimônio histórico, pelas Cavalhadas e pela tradição cultural, também possui papel importante na formação de lideranças estaduais.

A história do Pirenopolino Joaquim Henrique de Sá reforça essa relação entre Pirenópolis e a construção das instituições goianas ao longo das últimas décadas.

O desembargador aposentado deixa familiares, amigos, colegas da magistratura e um legado associado à defesa da Justiça e ao fortalecimento institucional do TJGO.

 

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