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4 de fevereiro de 2026

Corpo de corretora desaparecida é encontrado em Caldas Novas

Corpo de corretora desaparecida é encontrado em Caldas Novas em área de mata. Síndico e filho foram presos suspeitos do crime, segundo a polícia.
Redação
Redação

28 de janeiro de 2026 às 19:32

Corpo de corretora desaparecida é encontrado em Caldas Novas - Corpo de corretora desaparecida e encontrado em Caldas Novas

O corpo da corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, de 43 anos, que estava desaparecida desde dezembro, foi encontrado nesta quarta-feira (28) em uma área de mata na zona rural de Caldas Novas, no sul de Goiás. A informação foi confirmada pela Polícia Civil de Goiás, que investiga o caso como homicídio. Dois suspeitos foram presos: o síndico do prédio onde a vítima tinha apartamentos e o filho dele.

Daiane desapareceu no dia 17 de dezembro de 2025, após ser vista pela última vez no condomínio onde possuía imóveis. O caso mobilizou familiares, amigos e forças de segurança, ganhando repercussão estadual devido às circunstâncias do desaparecimento e à demora na localização da vítima.

Força-tarefa policial atuou nas investigações

Desde o registro do desaparecimento, a Polícia Civil instaurou uma força-tarefa envolvendo o Grupo de Investigação de Homicídios (GIH), o Grupo de Investigação de Desaparecidos (GID) e equipes da Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH). As investigações incluíram análise de imagens de câmeras de segurança, coleta de depoimentos e cruzamento de dados telefônicos.

Segundo a polícia, os trabalhos permitiram reconstruir os últimos passos da corretora e identificar inconsistências nos relatos de pessoas ligadas à rotina do condomínio onde ela mantinha apartamentos sob administração.

Último registro foi feito no prédio

Imagens de câmeras de segurança mostram Daiane entrando no elevador do prédio no início da noite do dia do desaparecimento. De acordo com familiares, ela teria ido ao local para verificar um problema de energia elétrica em um dos apartamentos. Após descer até o subsolo, a corretora não voltou a ser vista.

A ausência de imagens que indicassem a saída da vítima do prédio levantou suspeitas de que o crime teria ocorrido dentro do próprio condomínio, o que direcionou o foco das investigações.

Prisões ocorreram na madrugada

Na madrugada de quarta-feira (28), a Polícia Civil prendeu Cléber Rosa de Oliveira, síndico do condomínio onde a família de Daiane possuía imóveis, e o filho dele, suspeitos de envolvimento direto no assassinato da corretora.

De acordo com a polícia, o síndico indicou o local onde o corpo estava escondido, em uma região de mata às margens da rodovia GO-213, a cerca de 15 quilômetros da área urbana de Caldas Novas. O filho é investigado por possível participação na ocultação do corpo e por tentar dificultar as investigações.

Conflitos anteriores são investigados

A Polícia Civil apura se o crime foi motivado por desentendimentos comerciais e administrativos entre a corretora e o síndico. Daiane administrava vários apartamentos no condomínio, e havia registros de conflitos relacionados à gestão, acesso a áreas comuns e prestação de serviços.

Essas disputas já teriam sido objeto de reclamações formais e ações judiciais, o que reforçou a linha de investigação adotada pela polícia.

Corpo foi encaminhado para perícia

O corpo foi encontrado em estado avançado de decomposição e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames periciais para confirmação oficial da identidade e apuração da causa da morte.

A Polícia Civil informou que o inquérito segue em andamento e que novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das diligências e a conclusão dos laudos técnicos.

📌 Fonte

G1 Goiás | Polícia Civil de Goiás

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