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Caso Daiane: vídeo mostra quando corretora foi atacada

Corretora foi atacada: investigação ganhou novos desdobramentos após a divulgação de um vídeo que mostra o momento do ataque.
Jordão Vilela
Jordão Vilela

19 de fevereiro de 2026 às 13:04

Caso Daiane: vídeo mostra quando corretora foi atacada

O caso envolvendo a corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos, segue repercutindo e mobilizando atenção após novos detalhes divulgados pela Polícia Civil. A investigação aponta que a corretora foi atacada no subsolo do prédio onde morava, em Caldas Novas, e o crime teria sido premeditado.

A divulgação de um vídeo recuperado do celular da vítima trouxe elementos importantes para a reconstrução da dinâmica do crime e reforçou a linha investigativa das autoridades.

O vídeo que mudou o rumo da investigação

As imagens recuperadas mostram o momento em que Daiane chega ao subsolo do condomínio para verificar uma queda de energia. Segundo a polícia, o síndico Cléber Rosa de Oliveira aparece aguardando no local, utilizando luvas, o que indica planejamento prévio.

A gravação foi considerada uma peça central para comprovar que a corretora foi atacada em uma emboscada. O material foi encontrado após perícia no celular da vítima, localizado semanas depois do desaparecimento.

A investigação aponta que a corretora foi atacada no subsolo do prédio onde morava
A investigação aponta que a corretora foi atacada no subsolo do prédio onde morava

Corretora foi atacada: o que diz a perícia

De acordo com os peritos, Daiane foi morta com dois disparos na cabeça. A análise técnica indicou que os tiros não foram efetuados no subsolo, já que o barulho seria audível na portaria do prédio, o que não foi registrado por funcionários.

A arma identificada é uma pistola calibre .380, e a perícia encontrou evidências incompatíveis com a versão inicial apresentada pelo suspeito, reforçando a hipótese de execução planejada.

Linha do tempo do desaparecimento

Daiane desapareceu em 17 de dezembro de 2025 após descer ao subsolo do prédio para verificar o fornecimento de energia. Antes disso, enviou vídeos a uma amiga mostrando a situação do apartamento.

O corpo foi encontrado mais de 40 dias depois, em uma área de mata a cerca de 15 quilômetros da cidade. Durante esse período, a polícia realizou buscas, analisou câmeras de segurança e reuniu depoimentos.

A recuperação do celular e do vídeo final foi determinante para a conclusão da investigação.

Daiane desapareceu em 17 de dezembro de 2025 após descer ao subsolo do prédio
Daiane desapareceu em 17 de dezembro de 2025 após descer ao subsolo do prédio

Prisão e desdobramentos

O síndico foi preso e confessou o crime. Inicialmente, o filho dele também foi detido sob suspeita de ajudar na ocultação de provas, mas a polícia descartou sua participação direta no homicídio.

A defesa do suspeito informou que ainda aguarda acesso completo aos documentos da investigação antes de se manifestar oficialmente.

Histórico de conflitos

Segundo a polícia, havia um histórico de desentendimentos entre a vítima e o suspeito. Os atritos teriam começado após a administração de apartamentos da família de Daiane deixar de ser feita pelo síndico.

O conflito evoluiu para processos judiciais e denúncias de perseguição, incluindo alegações de monitoramento por câmeras do condomínio e constrangimentos.

Impacto e debate sobre segurança

O caso gerou forte repercussão e levantou discussões sobre segurança em condomínios, convivência entre moradores e mecanismos de prevenção de conflitos.

Especialistas apontam que situações de tensão prolongada podem escalar quando não há mediação adequada, destacando a importância de canais institucionais e gestão transparente.

Investigação concluída e próximos passos

Com a coleta de provas e a confissão do suspeito, a polícia considera o caso elucidado. O inquérito reúne laudos periciais, imagens e depoimentos que sustentam a acusação.

Agora, o processo segue para as etapas judiciais, que irão definir as responsabilidades e eventuais condenações.

Conclusão

O caso reforça como a combinação de tecnologia, perícia e investigação minuciosa pode ser decisiva para esclarecer crimes complexos. A recuperação do vídeo gravado pela própria vítima foi essencial para comprovar que a corretora foi atacada de forma planejada.

Além do impacto emocional para familiares e moradores, o episódio acende um alerta sobre a importância da mediação de conflitos e da atenção a sinais de tensão em ambientes coletivos.

A expectativa agora é que o andamento judicial traga respostas definitivas e justiça para o caso, que marcou profundamente a cidade e segue sendo acompanhado de perto pela população.

Assista ao vídeo que mostra o momento do ataque:

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