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2 de setembro de 2026

Guardiões da Arte: Diego Stucchi fala sobre arte que deixa legado

Guardiões da Arte reúne artistas locais em Pirenópolis. Diego Stucchi fala sobre valorização da cena cultural e responsabilidade socioambiental.
Luciana de Pina
Luciana de Pina

02 de setembro de 2026 às 09:44

Guardiões da Arte: Diego Stucchi fala sobre arte que deixa legado

O Guardiões da Arte acontece no dia 26 de setembro, em Pirenópolis, reunindo atrações artísticas e uma proposta que relaciona cultura, pessoas, natureza e responsabilidade socioambiental. Entre os artistas que integram a programação está Diego Stucchi, que falou ao Portal Piri sobre a importância de valorizar quem já movimenta a cena cultural da cidade.

Para o artista, quando um festival ganha maior estrutura, também surge a oportunidade de abrir espaço para talentos que fazem parte do cotidiano cultural do município.

“São pessoas talentosíssimas e às vezes já movimentam o lugar, são as pessoas que fazem a festa acontecer no lugar”, afirma Diego.

Valorização da cena local

Segundo Diego Stucchi, festivais como o Guardiões da Arte podem funcionar como uma oportunidade para que artistas locais apresentem seu trabalho dentro de uma estrutura maior.

A presença desses artistas também ajuda a aproximar a programação da realidade cultural da cidade, valorizando pessoas que já participam de festas, encontros e outras manifestações culturais em Pirenópolis.

Para ele, incluir a cena local não deve ser apenas uma escolha pontual, mas uma forma de reconhecer quem já contribui para que a cultura aconteça.

Guardiões da Arte também olha para a natureza

Além da programação artística, o Guardiões da Arte conta com uma contrapartida socioambiental proporcional ao tamanho do evento. A proposta dialoga diretamente com uma questão presente na fala de Diego: a responsabilidade de eventos, negócios e cidadãos com o ambiente onde estão inseridos.

Para o artista, pensar nessa contrapartida é reconhecer que qualquer evento acontece dentro de um contexto maior e gera uma relação com o lugar que o recebe. Por isso, iniciativas culturais também podem assumir um compromisso com a preservação e incentivar uma postura mais responsável por parte de quem organiza, participa e movimenta esses espaços.

Essa preocupação é especialmente importante em Pirenópolis, onde a natureza e os rios têm relação direta com a dinâmica turística e cultural da cidade. A paisagem natural faz parte da experiência de quem visita o município e também da rotina de quem vive e trabalha nele.

Diego destaca que essa relação precisa ser lembrada sempre que novos eventos e iniciativas movimentarem a cidade. Para ele, cuidar do meio ambiente não deve ser visto como uma responsabilidade isolada, mas como uma atitude que envolve diferentes pessoas e setores.

“É a partir disso que tudo acontece”, destaca Diego, ao falar sobre a importância de preservar o meio ambiente.

A proposta de uma contrapartida socioambiental, nesse sentido, amplia o olhar sobre o próprio festival. Além de reunir música, arte e cultura, o Guardiões da Arte também coloca em evidência a necessidade de pensar sobre os impactos e as responsabilidades que acompanham eventos realizados em contato com a natureza.

Festival Guardiões da Arte – Responsabilidade que pode servir de exemplo

Na avaliação do artista, ações ambientais não deveriam estar restritas aos grandes festivais. Eventos, empreendimentos e diferentes iniciativas que movimentam uma cidade também podem assumir uma contrapartida e reconhecer o impacto que suas atividades geram no espaço onde acontecem.

Para Diego, essa responsabilidade precisa ser entendida como parte da atuação de cada pessoa. Mais do que uma ação pontual, o cuidado com o meio ambiente pode estar presente nas escolhas de quem organiza eventos, de quem mantém um negócio e também de quem participa dessas atividades.

Em Pirenópolis, essa relação ganha ainda mais importância pela presença da natureza, dos rios e pelo próprio movimento turístico que existe na cidade. Na visão do artista, preservar esses espaços significa também cuidar de uma parte importante daquilo que movimenta o município.

A ideia, segundo ele, é que iniciativas como essa possam servir de referência e estimular outras pessoas a também assumirem sua responsabilidade. “Cada um tem que fazer sua parte”, afirma.

Nesse sentido, a contrapartida socioambiental do Guardiões da Arte amplia a discussão para além da programação artística. O festival passa a reunir, na mesma proposta, a valorização dos artistas locais e a preocupação com o ambiente em que o evento acontece.

Diego Stucchi é uma das atrações artísticas do Festival Guardiões da Arte, que acontece em 26 de setembro. Ao reunir artistas locais e uma proposta de responsabilidade socioambiental, o festival coloca em discussão não apenas o que acontece no palco, mas também a relação entre cultura, cidade, natureza e a responsabilidade de cada um na construção desse legado.

 

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