Uma situação de risco e desconforto persiste em Pirenópolis desde o último sábado (18), quando fortes chuvas causaram a queda de uma árvore sobre a rede elétrica, expondo moradores a perigos e revelando problemas no atendimento da Equatorial Pirenópolis. A moradora Pamela Nunes tornou-se voz de uma comunidade frustrada ao denunciar publicamente a demora no atendimento da Equatorial Pirenópolis, mesmo após registrar oito protocolos de emergência ao longo de três dias.
O caso expõe fragilidades no sistema de atendimento de emergência da Equatorial Pirenópolis, especialmente durante eventos climáticos extremos que têm se tornado mais frequentes na região. A moradora, que administra chalés para turistas, relata que a situação começou no sábado, quando a árvore caiu sobre fios de alta tensão, criando um cenário de risco iminente para moradores e visitantes.
Cronologia do Descaso: Oito Protocolos sem Solução
A trajetória de insucesso no atendimento da Equatorial Pirenópolis pode ser reconstruída através dos relatos da moradora:
Sábado (18): Primeiro contato após a queda da árvore
Leia também:Domingo (19): Promessa de solução para o mesmo dia não cumprida
Segunda (20): Contato com funcionário da “ilha de risco”
Terça (21): Problema permanece sem solução
A Equatorial Pirenópolis recebeu múltiplos registros através do número de emergência 116, mas falhou em enviar uma equipe técnica para resolver a situação, mesmo após a promessa feita no domingo de que o problema seria resolvido “naquela mesma noite”.
Risco Elétrico e Preocupação com Segurança
O descaso da Equatorial Pirenópolis coloca em risco a segurança pública:
Fios de alta tensão expostos e danificados
Árvore ainda pressionando a rede elétrica
Risco de curtos-circuitos e incêndios
Perigo para pedestres e motoristas
Possibilidade de acidentes fatais
A moradora demonstrou prudência ao alertar hóspedes para remover veículos do estacionamento, temendo que “uma chuva mais forte poderia causar danos maiores”. Esta preocupação contrasta com a inércia da Equatorial Pirenópolis frente a uma situação de evidente urgência.
Tentativas de Acionamento e Estrutura de Atendimento
Além dos oito protocolos junto à Equatorial Pirenópolis, a moradora buscou alternativas:
Contato com corpo de bombeiros
Registro detalhado de cada ocorrência
Comunicação com funcionário específico
Acompanhamento diário do caso
Documentação fotográfica da situação
Os bombeiros, conforme relato, orientaram que o caso era de responsabilidade exclusiva da Equatorial Pirenópolis por tratar-se de rede elétrica, limitando ainda mais as opções da moradora para resolver a situação.
Estrutura de Atendimento da Empresa
O caso revela possíveis deficiências na estrutura da Equatorial Pirenópolis:
Sistema de priorização de emergências
Comunicação entre central e equipes de campo
Capacidade de resposta em dias de múltiplas ocorrências
Eficiência do protocolo de “ilha de risco”
Integração com regional de Anápolis
A mensagem recebida de um funcionário da “ilha de risco” da Equatorial Pirenópolis, embora demonstre existir um setor específico para casos perigosos, não foi suficiente para agilizar a solução do problema.
Contexto das Chuvas em Pirenópolis
O período chuvoso em Pirenópolis exige preparo especial das concessionárias:
Aumento esperado de quedas de árvores
Necessidade de equipes de plantão
Protocolos ágeis para situações de risco
Comunicação transparente com moradores
Planejamento para picos de demanda
A Equatorial Pirenópolis parece não ter se adaptado adequadamente a estas demandas sazonais, resultando em situações como a vivida pela moradora e seus vizinhos.
Recomendações para Moradores
Enquanto aguardam melhorias no atendimento da Equatorial Pirenópolis, moradores podem:
Documentar todas as tentativas de contato
Manter registro de números de protocolo
Fotografar situações de risco
Alertar vizinhos sobre perigos imediatos
Buscar canais alternativos de reclamação
A persistência da moradora em registrar múltiplos protocolos junto à Equatorial Pirenópolis mostra a importância da documentação em casos de descaso.





