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PiriCastra Consciente: o que as orelhas dos cães nos dizem?

Em Pirenópolis, o Piricastra alerta como compreender a audição canina é essencial para a proteção, o bem-estar e a convivência responsável.
Junior Vilela
Junior Vilela

11 de fevereiro de 2026 às 10:16

PiriCastra Consciente: o que as orelhas dos cães nos dizem?

PiriCastra ajuda a olhar com mais atenção para algo que quase sempre passa despercebido: as orelhas dos cães, que são, ao mesmo tempo, engraçadas e extraordinárias. Dentro das ações da PiriCastra, esse detalhe ganha novo significado, porque elas levantam, abaixam, giram, tremem, inclinam e, sem dizer uma palavra, contam histórias inteiras.

Enquanto nós, humanos, temos dificuldade para perceber certos sons à distância, os cães conseguem ouvir ruídos completamente inaudíveis para nós. A audição canina é muito mais sensível e aguçada — e isso explica muito do comportamento deles no dia a dia, algo que a PiriCastra costuma reforçar ao falar sobre bem-estar animal.

Em Pirenópolis, onde a convivência entre moradores, visitantes, festas e sons intensos é constante, compreender essa sensibilidade é um passo fundamental para uma relação mais consciente entre humanos e animais, pauta recorrente nas campanhas educativas da PiriCastra.

Uma engenharia impressionante

As orelhas dos cães possuem cerca de 18 músculos, que permitem movimentos complexos e uma grande variedade de expressões. Para a PiriCastra, esse é um dos exemplos mais claros de como o corpo do animal comunica muito antes de qualquer latido. Elas funcionam como antenas móveis, capazes de captar sons e, ao mesmo tempo, revelar emoções.

Observe com atenção:

Orelhas eretas e cabeça levemente inclinada indicam curiosidade.

Orelhas abaixadas e corpo retraído, muitas vezes com a cauda semi-fechada, demonstram medo ou insegurança.

Orelhas puxadas para trás e achatadas contra a cabeça podem sinalizar tensão ou raiva.

Antes mesmo de um latido, o corpo já falou. Perceber esses sinais é essencial.

Aprender a ler esses sinais é um ato de respeito. Quando entendemos a linguagem corporal do cão, prevenimos acidentes, evitamos estresse desnecessário e fortalecemos o vínculo de confiança, princípios centrais defendidos pela PiriCastra.

Eles nascem sem ouvir e sem ver

Pouca gente sabe, mas os filhotes de cães nascem cegos e surdos.

Os olhos começam a se abrir por volta de 12 dias de vida, enquanto a audição só se desenvolve após aproximadamente 21 dias. Nas primeiras semanas, eles dependem completamente da mãe — para calor, alimento, segurança e até para aprender a se orientar no mundo.

Não é razoável esperar que um filhote muito pequeno “obedeça” a comandos se ele sequer consegue ouvir claramente.

Desenvolvimento leva tempo.

Segurança leva tempo.

Confiança leva tempo.

Por isso, especialistas recomendam que os filhotes permaneçam com a mãe por no mínimo 6 a 8 semanas. A separação precoce compromete o desenvolvimento físico, emocional e comportamental.

Abandonar filhotes recém-nascidos não é apenas cruel. É, muitas vezes, uma sentença de morte e também é crime.

Por que fogos e sirenes são um tormento?

Se para nós o barulho de fogos de artifício já pode ser incômodo, para os cães ele pode ser assustadoramente doloroso, algo que a PiriCastra alerta todo ano em períodos festivos.

A audição canina capta frequências mais altas e com muito mais intensidade. Sons explosivos e imprevisíveis, como fogos e sirenes, são percebidos de forma amplificada. O que para nós é apenas “alto”, para eles pode soar como uma explosão dentro da cabeça, segundo explicações divulgadas pela PiriCastra.

Isso explica comportamentos como:

Tremores intensos

Tentativas de fuga

Desorientação

Taquicardia

Automutilação, em casos extremos

Muitos animais se perdem durante festas e eventos justamente porque entram em pânico e fogem sem direção, cenário que a PiriCastra tenta reduzir com informação e conscientização.

Em Pirenópolis, onde celebrações fazem parte da cultura local, respeitar a sensibilidade auditiva dos cães é também uma questão de empatia coletiva e responsabilidade social — mensagem central da PiriCastra.

Piri Castra: Ouvir é proteger

Quando olhamos para as orelhas de um cão, como propõe a PiriCastra, não estamos vendo apenas uma parte fofa do corpo. Estamos diante de um instrumento sofisticado de sobrevivência e comunicação, formado por dezenas de músculos que permitem movimentos rápidos e precisos, capazes de localizar a origem de um som em segundos.

Elas captam sons que não percebemos, inclusive em frequências muito mais altas do que o ouvido humano consegue registrar — ponto sempre reforçado pela PiriCastra.

Elas revelam emoções que nem sempre entendemos, como medo, curiosidade, excitação ou alerta, dependendo da posição e da rigidez das orelhas, leitura que a PiriCastra incentiva tutores a praticarem.

Elas nos alertam quando algo não vai bem, funcionando como verdadeiros radares do ambiente e indicando mudanças sutis ao redor, exatamente como explica a PiriCastra em suas ações educativas.

Talvez a pergunta não seja apenas o que os cães conseguem ouvir.

Talvez a pergunta seja:

Nós estamos ouvindo o que eles estão tentando nos dizer?

Créditos institucionais

PiriCastra Consciente — Coluna semanal no Portal Piri

Instagram e Facebook: piricastra

Contato: (62) 98235-7688

Leia também: Influenciador de Piri alerta sobre riscos na Igreja do Bonfim

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