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Quinto Terço em Pirenópolis: Duilia mantém tradição

Quinto Terço em Pirenópolis foi celebrado por Duilia de Oliveira, que recebeu a novena em sua casa e manteve viva a tradição centenária.
Jordão Vilela
Jordão Vilela

02 de março de 2026 às 18:57

Quinto Terço em Pirenópolis: Duilia mantém tradição

Quinto Terço em Pirenópolis teve como protagonista a festeira Duilia de Oliveira, que recebeu a novena em sua própria casa, como sempre desejou, reafirmando a força de uma tradição centenária em louvor à Santíssima Trindade. Neta de Cristovam de Oliveira, fundador da festa, Duilia viveu um momento de realização pessoal e familiar ao conduzir a celebração no espaço que simboliza sua história e seu vínculo com a devoção.

A noite foi marcada pelo toque do sino na casa da festeira, gesto simbólico que anunciou o início do momento de oração. O som ecoou como convite à comunidade, reforçando o caráter coletivo do Quinto Terço em Pirenópolis e a permanência de um ritual que atravessa gerações.

Quinto Terço em Pirenópolis teve como protagonista a festeira Duilia de Oliveira
Quinto Terço em Pirenópolis teve como protagonista a festeira Duilia de Oliveira

Quinto Terço em Pirenópolis e o legado de Duilia

O Quinto Terço em Pirenópolis integra o calendário religioso tradicional da cidade. Mais do que uma novena, trata-se de uma manifestação de fé construída ao longo de décadas, sustentada pela participação comunitária e pela dedicação das famílias envolvidas.

Neste ano, a responsabilidade esteve nas mãos de Duilia de Oliveira. Sua ligação com a festa não é recente. Como neta de Cristovam de Oliveira, fundador da celebração, ela carrega não apenas o sobrenome, mas a continuidade de um compromisso histórico com a Santíssima Trindade.

Receber o Quinto Terço em Pirenópolis dentro de sua própria casa representou um marco. Segundo relatos da família, era um desejo antigo da festeira ver a novena acontecer em seu lar. A realização desse propósito transformou a celebração em momento ainda mais significativo.

Mais do que uma novena, trata-se de uma manifestação de fé construída ao longo de décadas
Mais do que uma novena, trata-se de uma manifestação de fé construída ao longo de décadas

O sino, a casa e a comunidade

O toque do sino na casa de Duilia marcou simbolicamente a abertura do encontro. Em Pirenópolis, o sino não é apenas instrumento sonoro. Ele convoca, anuncia e reúne. Ao ser tocado na residência da festeira, reforçou a dimensão comunitária do Quinto Terço em Pirenópolis.

A casa tornou-se espaço de fé compartilhada. Moradores, cavaleiros, músicos e cidadãos pirenopolinos reuniram-se para rezar o terço cantado. A presença de músicos da cidade trouxe identidade local à celebração, mantendo a tradição oral e musical que caracteriza o momento.

O terço cantado, prática tradicional nas novenas, conduz as orações por meio de melodias que facilitam a participação coletiva. No Quinto Terço em Pirenópolis, essa prática reafirma o vínculo entre religiosidade e cultura popular.

Aristoteles Pompeu de Pina segurando os sinos
Aristoteles Pompeu de Pina segurando os sinos

Celebração comunitária e participação popular

O Quinto Terço em Pirenópolis mantém uma característica central: é uma festa comunitária. Cada participante contribui levando um prato de comida para o lanche partilhado ao final da reza. Esse gesto simples reforça a lógica da cooperação e da partilha.

A mesa farta simboliza união. Não há distinção entre quem organiza e quem participa. Todos colaboram para que a tradição continue viva. Duilia de Oliveira, à frente da celebração, tem se destacado por fortalecer essa participação coletiva.

Ao longo dos anos, ela tem realizado ações importantes para manter a festa ativa, mobilizando moradores e incentivando o envolvimento das novas gerações. Seu papel vai além da organização. Ela atua como guardiã da memória familiar e comunitária ligada ao Quinto Terço em Pirenópolis.

Mais do que uma novena, trata-se de uma manifestação de fé construída ao longo de décadas
Mais do que uma novena, trata-se de uma manifestação de fé construída ao longo de décadas

Presenças marcantes na celebração

A novena contou com a presença do imperador José Adriano, figura representativa no contexto das tradições religiosas da cidade. Sua participação reforçou o caráter institucional e simbólico do momento.

Cavaleiros também estiveram presentes, compondo o cenário tradicional que acompanha celebrações religiosas em Pirenópolis. A imagem de homens montados, integrando fé e cultura local, reafirma a identidade histórica da cidade.

O encontro reuniu gerações. Crianças, adultos e idosos compartilharam o mesmo espaço, fortalecendo o sentido de continuidade. O Quinto Terço em Pirenópolis não se limita a um rito religioso. Ele funciona como elo social.

A novena contou com a presença do imperador José Adriano
A novena contou com a presença do imperador José Adriano

Fé, tradição e continuidade histórica

A origem do Quinto Terço em Pirenópolis remonta ao trabalho de Cristovam de Oliveira, fundador da festa. Sua iniciativa consolidou uma prática que atravessou o tempo e permanece ativa graças ao empenho das famílias envolvidas.

Duilia de Oliveira, como neta do fundador, representa essa linha de continuidade. Sua atuação reafirma a importância da transmissão intergeracional das tradições religiosas.

Ao abrir sua casa para a novena, tocar o sino e conduzir a organização do encontro, ela reafirma que a tradição não é estática. Ela se renova na prática, no esforço e na dedicação de quem assume a responsabilidade de mantê-la.

Patrimônio imaterial de Pirenópolis

O Quinto Terço em Pirenópolis integra o patrimônio imaterial da cidade. Trata-se de manifestação sustentada pela memória coletiva, pela fé e pela participação comunitária.

A cada ano, a repetição do rito fortalece o sentimento de pertencimento. O terço cantado, o toque do sino, a mesa compartilhada e a presença das lideranças locais compõem um conjunto de elementos que estruturam a celebração.

Duilia de Oliveira tem desempenhado papel central nesse processo de preservação. Sua atuação evidencia que a tradição permanece viva quando encontra quem a conduza com responsabilidade e compromisso.

Ao final da reza, o lanche partilhado selou o encontro
Ao final da reza, o lanche partilhado selou o encontro

A realização pessoal da festeira

Para Duilia, receber o Quinto Terço em Pirenópolis em sua própria casa foi mais do que um ato organizacional. Foi a concretização de um desejo pessoal. Ver a novena acontecer em seu lar significou unir fé, família e história em um mesmo espaço.

A celebração representou um momento de reconhecimento público de seu trabalho. A presença expressiva da comunidade demonstrou apoio e valorização de sua dedicação.

O Quinto Terço em Pirenópolis, neste contexto, tornou-se também celebração da trajetória de Duilia de Oliveira. Sua liderança reforça a importância das mulheres na manutenção das tradições religiosas locais.

Ao final da reza, o lanche partilhado selou o encontro. Entre conversas, pratos compartilhados e agradecimentos, consolidou-se mais um capítulo de uma tradição centenária que continua sendo escrita pela comunidade.

O toque do sino, as vozes no terço cantado e a casa aberta de Duilia simbolizam a permanência de uma fé que resiste ao tempo. O Quinto Terço em Pirenópolis segue vivo porque há quem o mantenha com dedicação e responsabilidade.

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