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Lazer em Pirenópolis celebra dezembro com festas e cultura

Lazer em Pirenópolis celebra dezembro com festas e cultura

Pirenópolis vive um dos períodos mais movimentados do ano. O mês de dezembro chega com luzes, música, teatro, celebrações religiosas, programação gratuita e festas de Réveillon que atraem visitantes de todo o país. Entre o tradicional Natal do Cerrado, os espetáculos do Theatro Sebastião Pompeu de Pina e a virada animada do Viva Piri, a cidade oferece lazer cultural para todos os públicos.

Natal do Cerrado transforma o Centro Histórico

O Natal do Cerrado já tomou conta do Centro Histórico com iluminação especial, decoração temática e atrações culturais para famílias, crianças, jovens e turistas. As igrejas Matriz, Carmo e Bonfim, a Praça do Coreto, a Rua Aurora e a ponte central estão ornamentadas e iluminadas, formando um circuito que permanece aberto até 6 de janeiro, quando acontece o Dia de Reis.
A programação inclui desfiles, corais, apresentações musicais, chegada do Papai Noel, abertura da Casa do Papai Noel e espetáculos temáticos criados por artistas e grupos locais. Dois eventos já confirmados se destacam: o festival Natal de Encantos, no dia 19 de dezembro, e a tradicional Cantata de Goiás, no dia 20, ambos gratuitos.

Programação especial no Theatro Sebastião Pompeu de Pina

O Theatro Sebastião Pompeu de Pina, um dos equipamentos culturais mais importantes de Pirenópolis, integra fortemente o calendário de dezembro. A casa recebe:
•Espetáculos natalinos de música e teatro, com grupos locais e convidados;
•Apresentações infantis e atividades formativas, como oficinas culturais;
•Mostras especiais de fim de ano, celebrando artistas e produções regionais;
•Programações gratuitas, alinhadas ao calendário oficial do Natal do Cerrado.
A agenda do Theatro fortalece o acesso à cultura, amplia a diversidade de atrações e oferece opções acessíveis para moradores e visitantes durante todo o mês.

Celebrações religiosas seguem tradicionais

Para quem valoriza a espiritualidade do período, a Igreja Matriz e a Igreja do Bonfim concentram as celebrações de Natal, incluindo a tradicional Missa do Galo e atividades especiais preparadas pelas comunidades católicas locais. A programação completa costuma ser divulgada semanalmente.

Réveillon em Pirenópolis tem festa e sossego

A virada do ano também movimenta intensamente a cidade. O destaque é o Réveillon Viva Piri, evento privado de grande porte que reúne shows e atrações entre 31 de dezembro e 3 de janeiro, trazendo turistas do Centro-Oeste e de outras regiões do país.
Para quem prefere uma virada mais tranquila, muitas pousadas oferecem ceias especiais, enquanto o Centro Histórico iluminado, a Rua do Lazer e a atmosfera colonial criam um clima ideal para quem busca descanso e charme.
Dicas para quem pretende visitar
•Dezembro é mês de alta procura: recomenda-se planejar hospedagem e reservas com antecedência.
•A programação cultural é totalmente acessível e se estende até o início de janeiro.
•Caminhar pelo Centro Histórico à noite, visitar o casario iluminado e prestigiar as apresentações no Theatro são experiências obrigatórias para quem visita Pirenópolis neste período.
Com história, cultura, religiosidade, festas e arte, Pirenópolis entrega um dezembro vibrante e acolhedor, reafirmando sua vocação como destino turístico e cultural do Centro-Oeste.

Jazz em Pirenópolis movimenta cena cultural nesta sexta

O Jazz em Pirenópolis será destaque nesta sexta-feira, 5 de junho, com a chegada do projeto Circula Goiás ao município. A programação gratuita acontece a partir das 17h30 no Utopia Cozinha e Arte Brasileira e reúne música instrumental, gastronomia e experiências artísticas em um dos espaços culturais mais conhecidos da cidade.

A apresentação de Jazz em Pirenópolis será conduzida pelo Pop Fun Jazz Trio, grupo formado por Ingrid Bahia, na bateria, Adriano Assis, no violão, e Leandro Rogério, no contrabaixo. O repertório reúne composições autorais, improvisação e referências da música popular brasileira, aproximando diferentes públicos da linguagem do jazz.

O evento de Jazz em Pirenópolis integra uma circulação cultural contemplada pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio do Edital de Música 2024. A iniciativa busca ampliar o acesso à música instrumental em cidades goianas, promovendo apresentações gratuitas e fortalecendo a formação de público para o segmento.

Pirenópolis possui uma tradição consolidada de valorização das artes e da cultura. Conhecida nacionalmente por seu patrimônio histórico, suas manifestações populares e sua intensa agenda cultural, a cidade também tem ampliado espaços para a música autoral e para produções independentes.

Nesse contexto, o Circula Goiás chega ao município como mais uma ação voltada à democratização do acesso à cultura, conectando artistas e público em ambientes que estimulam a convivência e a troca de experiências.

Jazz em Pirenópolis – Repertório autoral aproxima público da música instrumental

O Pop Fun Jazz Trio apresenta um trabalho construído a partir da liberdade criativa característica do jazz contemporâneo. As composições exploram improvisações e diálogos entre os instrumentos, criando apresentações dinâmicas e acessíveis.

Jazz em Pirenópolis movimenta cena cultural nesta sexta
Fonte: popfunjazztrio.com.br

A formação reduzida do grupo favorece uma experiência sonora intimista. O violão de Adriano Assis, o contrabaixo de Leandro Rogério e a bateria de Ingrid Bahia constroem arranjos que transitam entre o jazz e elementos da música brasileira.

O resultado é uma apresentação de Jazz em Pirenópolis que pode ser apreciada tanto por quem acompanha regularmente a música instrumental quanto por pessoas que terão contato com o gênero pela primeira vez.

Ao longo das últimas décadas, o jazz brasileiro passou por importantes transformações, incorporando referências regionais e dialogando com diferentes estilos musicais. Projetos de circulação cultural têm contribuído para ampliar o alcance dessas produções e fortalecer a presença da música instrumental em eventos públicos.

A proposta do trio segue essa linha, aproximando o público de uma linguagem artística baseada na criatividade, na interação e na liberdade de interpretação.

Além da apresentação musical de Jazz em Pirenópolis, o ambiente do Utopia contribui para criar uma experiência integrada entre cultura, gastronomia e convivência social, característica presente em diversos eventos realizados no espaço.

Jazz em Pirenópolis fortalece a circulação cultural

A passagem do Circula Goiás por Pirenópolis faz parte de uma estratégia voltada à descentralização das atividades culturais no estado. A proposta é levar apresentações para diferentes municípios, ampliando o acesso à produção artística contemporânea.
Jazz em Pirenópolis movimenta cena cultural nesta sexta

Projetos dessa natureza possuem papel importante na valorização de artistas independentes e na criação de oportunidades para que novos públicos tenham contato com manifestações culturais variadas.

Segundo os integrantes do Pop Fun Jazz Trio, a circulação busca estimular conexões humanas por meio da arte.

“Mais do que um show, queremos criar momentos de conexão. A música instrumental tem o poder de aproximar pessoas, despertar emoções e transformar ambientes”, destacam os músicos.

A programação em Pirenópolis também contará com uma sessão de Flash Tattoo realizada pelo artista Scaliant. A atividade amplia o diálogo entre diferentes linguagens artísticas e reforça a proposta multidisciplinar do evento.

A combinação entre música ao vivo, artes visuais e gastronomia contribui para transformar o encontro em uma experiência cultural diversificada, fortalecendo a presença da economia criativa no município.

Nos últimos anos, Pirenópolis tem consolidado sua posição como um dos principais destinos culturais de Goiás. A cidade recebe festivais, exposições, apresentações musicais e eventos ligados à arte, ao patrimônio histórico e à produção criativa.

A realização de iniciativas gratuitas de Jazz em Pirenópolis, também amplia o acesso da população local e dos visitantes às atividades culturais, favorecendo a formação de público e a valorização da produção artística regional.

O Circula Goiás representa mais uma ação nesse movimento, promovendo o intercâmbio entre artistas e comunidades e incentivando a circulação da música instrumental pelo estado.

A iniciativa também evidencia a importância das políticas públicas de incentivo à cultura, que possibilitam a realização de projetos voltados à democratização do acesso às artes e ao fortalecimento do setor cultural.

Projeto: Circula Goiás – Pop Fun Jazz Trio

Data: 5 de junho

Horário: 17h30

Local: Utopia Cozinha e Arte Brasileira – Pirenópolis (GO)

Entrada: Gratuita

 

Leia também: Arraiá da Dica 2026 confirma Rastapé em Pirenópolis

OVNI em Campo Largo: luzes, sons e mistério intrigam o Brasil

O caso do OVNI em Campo Largo saiu de uma propriedade rural no Paraná para se tornar um dos assuntos mais comentados da internet. O influenciador Mayk Leão, conhecido por compartilhar sua rotina com centenas de animais resgatados, afirma ter vivido uma sequência de acontecimentos que até hoje não consegue explicar.

Tudo começou com algo que chamou sua atenção ainda durante o dia. Segundo ele, os animais da chácara passaram a agir de forma incomum. Cavalos, aves e cães demonstravam inquietação e permaneciam atentos a um mesmo ponto da propriedade. Pouco tempo depois, uma cerca danificada aumentou ainda mais a sensação de que algo estranho estava acontecendo.

O que veio a seguir transformou um episódio local em um fenômeno nacional. Sons incomuns vindos da mata, luzes observadas à distância e relatos de medo fizeram milhões de pessoas acompanhar cada nova atualização do caso.

A repercussão foi imediata. Em poucos dias, os vídeos publicados pelo influenciador alcançaram números expressivos e passaram a circular em páginas de notícias, perfis especializados e grupos dedicados ao estudo de fenômenos aéreos não identificados.

OVNI em Campo Largo começou com animais inquietos e sons estranhos

Segundo os relatos de Mayk Leão, os acontecimentos não começaram com as luzes registradas à noite. O primeiro sinal de que algo estava fora do normal teria sido o comportamento dos animais.

Quem vive em áreas rurais costuma conhecer os hábitos dos animais sob seus cuidados. Mudanças bruscas de comportamento normalmente chamam atenção porque podem indicar a presença de pessoas desconhecidas, animais silvestres ou alguma situação incomum no ambiente.

Foi justamente essa alteração que levou o influenciador a verificar a propriedade. Durante a vistoria, ele encontrou danos em uma cerca e continuou investigando o que poderia ter provocado a situação.

Ao anoitecer, os relatos ganharam contornos ainda mais misteriosos. Mayk afirmou ter ouvido sons que não conseguiu identificar. Em vídeos publicados posteriormente, descreveu ruídos mecânicos, estalos e sons que pareciam ecoar pela mata.

As gravações e os depoimentos despertaram a curiosidade do público porque reuniam diversos elementos frequentemente associados a histórias consideradas enigmáticas: isolamento, escuridão, sons desconhecidos e ausência de respostas imediatas.

OVNI em Campo Largo – O relato que mais chamou atenção dos seguidores

Entre todos os detalhes compartilhados, um dos que mais repercutiram foi o impacto emocional descrito pelo influenciador.

Após a divulgação dos vídeos do OVNI em Campo Largo, Mayk afirmou que teve dificuldades para dormir e relatou permanecer em estado de alerta mesmo dias depois do ocorrido. Segundo ele, os sons ouvidos naquela noite continuavam presentes em sua memória.

O relato despertou interesse porque mostrou uma dimensão humana do episódio. Mais do que registrar imagens, ele passou a compartilhar as consequências emocionais da experiência.

Nas redes sociais, milhares de pessoas passaram a comentar o caso. Algumas relataram experiências semelhantes. Outras buscaram possíveis explicações para os acontecimentos. Houve ainda quem questionasse a interpretação dos fatos.

Independentemente das opiniões, a repercussão demonstrou a força que histórias envolvendo mistérios ainda exercem sobre o imaginário coletivo.

Por que o caso OVNI em Campo Largo viralizou tão rapidamente

O episódio reúne praticamente todos os elementos que costumam impulsionar grandes fenômenos virais.

O cenário rural isolado, a presença de centenas de animais, os registros noturnos, os relatos de sons estranhos e a falta de uma explicação definitiva criaram uma narrativa capaz de despertar curiosidade em públicos muito diferentes.

Outro fator importante foi a forma como tudo aconteceu. Os seguidores acompanharam os relatos quase em tempo real, criando uma sensação de proximidade com os acontecimentos.

Diferentemente de histórias contadas anos depois, o caso foi sendo construído à medida que novas informações surgiam. Cada vídeo gerava novas perguntas, interpretações e análises.

A internet também contribuiu para ampliar o alcance do episódio. Usuários passaram a analisar as imagens do OVNI em Campo Largo quadro a quadro, discutir possíveis hipóteses e compartilhar teorias sobre o que poderia ter sido registrado.

Essa dinâmica transformou o caso em um fenômeno coletivo. O mistério do OVNI em Campo Largo deixou de pertencer apenas a quem estava na propriedade e passou a ser debatido por milhões de pessoas.

O que ainda não tem explicação sobre OVNI em Campo Largo

Apesar da enorme repercussão, diversas perguntas continuam sem resposta.

Não existe uma conclusão definitiva sobre a origem das luzes registradas por Mayk Leão. Também não há consenso sobre a relação entre os sons relatados, o comportamento dos animais e os demais acontecimentos descritos por ele.

Ao longo dos dias, diferentes interpretações surgiram nas redes sociais. Algumas apontam para explicações convencionais. Outras defendem que o conjunto de elementos observados merece investigações mais aprofundadas.

O fato é que nenhum dos cenários apresentados conseguiu encerrar o debate.

Essa ausência de uma resposta definitiva talvez seja justamente o principal motivo pelo qual o caso continua despertando interesse. Mistérios costumam perder força quando são explicados. Quando permanecem abertos, continuam alimentando a curiosidade pública.

Por enquanto, o OVNI em Campo Largo segue cercado por dúvidas. O que aconteceu naquela noite permanece sem uma conclusão capaz de convencer todos os envolvidos na discussão.

Enquanto novas informações não surgem, o episódio permanece como um dos casos mais comentados do ano nas redes sociais brasileiras. Entre relatos, análises e interpretações, uma certeza permanece: a história conseguiu transformar uma noite comum em uma narrativa que mobilizou milhões de pessoas em busca de respostas.

 

Leia também: PiriCastra Consciente: Injeção anti-cio: riscos e doenças que afetam cães e gatos

PiriCastra Consciente: Injeção anti-cio: riscos e doenças que afetam cães e gatos

PiriCastra Consciente alerta para os perigos do uso hormonal em animais

A injeção anti-cio ainda é utilizada por muitas famílias como uma alternativa rápida para evitar o cio de cadelas e gatas e impedir crias indesejadas. Em cidades do interior, a recomendação costuma circular entre conhecidos, vizinhos e estabelecimentos agropecuários, sendo vista como uma solução simples e econômica.

O que muitas pessoas não sabem é que essa prática pode trazer consequências graves para a saúde dos animais. Em diversos casos, os efeitos não aparecem imediatamente, o que dificulta a associação entre a aplicação hormonal e o surgimento posterior de doenças.

Embora seja popularmente chamada de “vacina anti-cio”, a nomenclatura é incorreta. O produto utilizado não imuniza o animal. Trata-se de um medicamento hormonal desenvolvido para interromper temporariamente o ciclo reprodutivo das fêmeas.

Segundo a médica veterinária Dra. Monique Pavelkonski, parceira da ONG PiriCastra, o medicamento funciona como uma descarga de hormônios sintéticos em alta dosagem para impedir o cio durante determinado período.

O problema é que essa interferência hormonal pode desencadear alterações importantes no organismo, aumentando significativamente o risco de diversas doenças.

Piometra e outras doenças associadas à injeção anti-cio

Entre as complicações mais conhecidas está a piometra, uma infecção uterina grave caracterizada pelo acúmulo de pus dentro do útero.

A doença é considerada uma emergência veterinária. Quando não tratada rapidamente, pode evoluir para infecção generalizada, comprometimento de órgãos e até morte do animal.

Os riscos da injeção anti-cio não se limitam à piometra. O uso repetido de hormônios também está associado ao aumento das chances de tumores mamários, câncer de mama, diabetes e diversos desequilíbrios hormonais.

Muitos desses problemas surgem meses ou anos após a aplicação, dificultando o diagnóstico da causa original.

Em razão desse intervalo entre o uso do medicamento e o aparecimento das doenças, diversas famílias não conseguem relacionar o quadro clínico ao histórico de aplicações hormonais.

A história de Princesa e os custos do tratamento

A presidente da PiriCastra, Cindy, vivenciou de perto as consequências desse tipo de procedimento.

Sua cadela, Princesa, havia passado por uma castração realizada incorretamente anos antes. Durante o procedimento, um dos ovários permaneceu no organismo, fazendo com que a cadela continuasse entrando no cio regularmente.

Mesmo sem possibilidade de gestação, já que o útero havia sido retirado, Princesa sofria com os efeitos hormonais. Ela apresentava alterações comportamentais, atraía cães machos para a residência e desenvolvia episódios recorrentes de gravidez psicológica.

As mamas ficavam inchadas e havia produção de leite, gerando desconforto constante para o animal.

Buscando reduzir esse sofrimento, Cindy decidiu recorrer à injeção anti-cio. O objetivo não era impedir filhotes, mas proporcionar maior bem-estar para a cadela.

Com o passar do tempo, porém, surgiram sérias complicações.

Princesa desenvolveu alterações mamárias severas e precisou passar por uma cirurgia extensa para retirada das mamas comprometidas.

O pós-operatório foi difícil e exigiu acompanhamento veterinário contínuo. Houve necessidade de exames, medicamentos, antibióticos, curativos frequentes e monitoramento constante da recuperação.

Além do sofrimento físico enfrentado pela cadela, a família também precisou lidar com elevados custos financeiros relacionados ao tratamento.

Segundo Cindy, todo o processo custou muito mais do que teria custado uma castração preventiva realizada adequadamente desde o início.

Castração responsável reduz riscos e ajuda no controle populacional

A experiência vivida por Princesa reforça uma discussão importante sobre prevenção.

Uma cirurgia de emergência para tratar piometra pode custar entre R$ 1.500 e R$ 4.000, dependendo da gravidade do caso e da necessidade de internação.

Nos casos de câncer de mama, os custos frequentemente ultrapassam R$ 5 mil quando são considerados exames, cirurgias, medicamentos e acompanhamento clínico.

Além dos gastos financeiros, existe um impacto emocional significativo para as famílias e um sofrimento que recai diretamente sobre os animais.

Castração como medida preventiva

De acordo com a clínica veterinária Hane’i, parceira da PiriCastra nos procedimentos de castração, o método considerado mais adequado é a retirada completa do útero e dos dois ovários por meio de técnica minimamente invasiva.

Quando realizada corretamente, a castração praticamente elimina o risco de piometra e pode reduzir em até 90% as chances de câncer de mama em determinadas condições.

Os benefícios vão além da prevenção de doenças.

A castração reduz os desconfortos relacionados ao cio, melhora a qualidade de vida dos animais e proporciona maior tranquilidade para as famílias.

Também contribui para enfrentar um desafio coletivo que afeta cidades de todo o país: a superpopulação de cães e gatos.

Uma única gata pode ter até três ninhadas por ano, com média de quatro a seis filhotes por gestação. Já uma única cadela pode gerar mais de dez filhotes em apenas uma cria.

Sem controle populacional adequado, o resultado aparece rapidamente nas ruas por meio do abandono, da superlotação de abrigos e da sobrecarga enfrentada por protetores independentes e organizações de proteção animal.

Por isso, a castração não deve ser vista como punição. Trata-se de uma medida preventiva que beneficia os animais, as famílias e a coletividade.

Quando uma comunidade investe em informação, educação e castração responsável, reduz-se o sofrimento animal e fortalece-se o compromisso com o bem-estar coletivo.

A mensagem defendida pela PiriCastra é clara: prevenir continua sendo mais seguro, mais econômico e mais humano do que remediar. A escolha por práticas responsáveis pode evitar doenças graves, reduzir o abandono e proporcionar mais saúde e qualidade de vida para cães e gatos.

PiriCastra Consciente — Coluna de Convidado

Créditos institucionais:
PiriCastra Consciente — Coluna de Convidado
Instagram e Facebook: @piricastra
Contato: (62) 98235-7688

 

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Samba da Dica reúne 2 dias de música e feijoada em Pirenópolis

O Samba da Dica será realizado nos dias 5 e 6 de junho, a partir das 12h, no Espaço Cultural Santa Dica, em Pirenópolis. A programação reúne feijoada, roda de samba e atividades especiais voltadas ao público que aprecia música brasileira, gastronomia e cultura local.

O evento acontece em um dos espaços culturais mais conhecidos da cidade e propõe dois dias de encontro entre moradores, visitantes e artistas em uma celebração inspirada na tradição das rodas de samba brasileiras.

Samba da Dica terá música ao vivo, feijoada e programação cultural

A programação divulgada pelo Espaço Cultural Santa Dica destaca apresentações de roda de samba com os músicos Thiago Assunção, Luiza Barbo e Danilo Carvalho.
Samba da Dica reúne 2 dias de música e feijoada em Pirenópolis

Segundo os organizadores, o Samba da Dica foi concebido para valorizar a cultura do samba por meio de apresentações musicais realizadas em formato tradicional, aproximando o público da experiência das rodas que marcaram a história desse gênero musical no Brasil.

Além das apresentações, o público encontrará feijoada e chope artesanal produzido em Pirenópolis, elementos que integram a proposta de convivência e celebração do evento.

A combinação entre gastronomia e música ao vivo tem sido uma característica frequente de eventos culturais realizados na cidade, especialmente durante períodos de maior movimentação turística.

Samba da Dica – Roda de samba valoriza tradição da música brasileira
Samba da Dica reúne 2 dias de música e feijoada em Pirenópolis

O samba é reconhecido como uma das principais manifestações culturais do país e possui forte presença em encontros populares, festivais e celebrações comunitárias.

As rodas de samba surgiram como espaços de convivência, troca cultural e preservação musical. Ao longo do tempo, tornaram-se uma das formas mais tradicionais de apresentação do gênero, reunindo músicos e público em um ambiente de participação coletiva.

No Samba da Dica, essa proposta aparece como elemento central da programação. Os artistas convidados conduzirão apresentações voltadas à valorização do repertório tradicional e contemporâneo do samba brasileiro.

A iniciativa também amplia as opções culturais disponíveis para moradores e turistas que visitam Pirenópolis durante o período.

Premiação da Copa Cerveja Brasil integra programação

Além das atrações musicais, a sexta-feira, 5 de junho, contará com uma atividade especial voltada ao setor cervejeiro.

Às 14h será realizada a premiação da Copa Cerveja Brasil – Etapa Centro-Oeste, evento que reconhece produções cervejeiras da região e reúne profissionais, produtores e apreciadores da bebida.

A premiação integra a programação do Espaço Cultural Santa Dica e reforça a relação de Pirenópolis com o segmento das cervejas artesanais, que tem ganhado espaço nos últimos anos por meio de festivais, encontros especializados e iniciativas de valorização da produção regional.

A presença da Copa Cerveja Brasil dentro da programação amplia o alcance do evento e atrai diferentes públicos interessados tanto na cena cultural quanto no universo cervejeiro.

Pirenópolis tem se consolidado como destino para experiências gastronômicas e culturais, reunindo restaurantes, cervejarias, espaços artísticos e eventos que movimentam a economia local durante todo o ano.

A realização do Samba da Dica contribui para esse calendário, oferecendo uma programação que combina música, gastronomia e convivência social em um ambiente voltado à valorização da cultura brasileira.

O Espaço Cultural Santa Dica, local que recebe o evento, é conhecido por sediar apresentações musicais, encontros culturais e atividades relacionadas à produção artística da cidade.

Com programação distribuída ao longo de dois dias, o evento amplia as opções de lazer para quem estiver em Pirenópolis durante o período e fortalece a presença do samba como expressão cultural presente no cotidiano brasileiro.

Os ingressos estão sendo divulgados pelos organizadores por meio dos canais oficiais do Espaço Cultural Santa Dica.

 

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Ponte de madeira e uma Pirenópolis de outras décadas

Há fotografias que registram lugares. Outras registram modos de viver. A imagem acima pertence ao segundo grupo. O registro mostra uma Pirenópolis muito diferente da que moradores e turistas conhecem atualmente. No centro da cena aparece a antiga ponte de madeira sobre o Rio das Almas, cercada por uma paisagem que revela hábitos, costumes e uma relação muito mais próxima entre a cidade e suas águas.

Ao fundo, é possível observar construções históricas que permanecem como referências urbanas até hoje. Em primeiro plano, porém, o que chama atenção é a quantidade de pessoas utilizando o rio como espaço de convivência, lazer e encontro.

Ponte de madeira – Quando o Rio das Almas fazia parte da rotina

Muito antes do crescimento do turismo e da valorização das cachoeiras mais afastadas do centro urbano, o Rio das Almas ocupava um papel ainda mais presente no cotidiano dos moradores.

Era comum que famílias frequentassem suas margens nos fins de semana, especialmente em períodos mais quentes. Crianças brincavam nas pedras, jovens utilizavam os poços para banho e o rio funcionava como um espaço natural de convivência comunitária.

A fotografia registra justamente esse momento: pessoas aproveitando a água, conversando e compartilhando um cenário que fazia parte da vida cotidiana da cidade.

Uma paisagem que mudou com o tempo

Além da antiga ponte de madeira, a imagem também revela uma Pirenópolis com menos construções, menos movimento de veículos e uma ocupação urbana bastante diferente da atual.

Ao longo das décadas, a cidade cresceu, recebeu novos empreendimentos, ampliou sua estrutura turística e passou por diversas transformações urbanas. Ainda assim, muitos elementos permanecem reconhecíveis para quem conhece a história local.

A Serra dos Pireneus ao fundo ajuda a lembrar que, apesar das mudanças, a paisagem natural continua sendo uma das principais marcas da cidade.

Uma fotografia que guarda memórias

Mais do que um registro arquitetônico, a fotografia preserva fragmentos de uma época. Ela mostra uma cidade em ritmo diferente, quando o tempo parecia passar mais devagar e os espaços públicos eram ocupados de forma espontânea pela comunidade.

Para muitos moradores antigos, imagens como essa despertam lembranças de infância, de verões passados às margens do rio e de uma Pirenópolis que continua viva na memória de quem acompanhou sua transformação.

Foto: Jõao Luiz Pompeu de pina

Veja também: Cotidiano em Pirenópolis revela o ritmo da cidade

Copos do PiriBier ainda guardam histórias em Pirenópolis

Os copos do Piribier entre shows, cervejas artesanais, pulseiras esquecidas e noites longas na cidade histórica, é um objeto continua atravessando os anos dentro das casas de quem já viveu o PiriBier. Guardados em armários, cozinhas, áreas gourmet e prateleiras, eles se transformaram em pequenas cápsulas de memória para moradores e turistas que passaram por Pirenópolis durante alguma edição do evento.

Muito além da utilidade prática, os copos do PiriBier acabaram se tornando símbolos afetivos de uma experiência coletiva construída ao longo de mais de uma década de festival cervejeiro no Centro-Oeste. O evento reúne música, gastronomia e centenas de rótulos artesanais em Pirenópolis desde 2015.

Os copos do PiriBier virou parte da experiência do festival

Quem frequenta o PiriBier sabe que a entrega da caneca oficial já faz parte do ritual de entrada. Em diversas edições, os participantes receberam copos do Piribier reutilizáveis e personalizados do evento, prática ligada tanto à experiência cervejeira quanto à redução do uso de descartáveis.

Com o passar dos anos, muitos desses copos do Piribier deixaram de ser apenas itens funcionais. Alguns ganharam espaço fixo em cozinhas. Outros acabaram virando coleção. Há quem consiga identificar exatamente em qual edição esteve apenas olhando a arte impressa na caneca.
Copos do PiriBier ainda guardam histórias em Pirenópolis

Em Pirenópolis, o assunto reaparece principalmente às vésperas do festival, quando fotos antigas começam a circular nas redes sociais e moradores resgatam registros de shows, encontros e viagens.

O fenômeno não é exclusivo do PiriBier. Festivais cervejeiros e musicais ao redor do mundo costumam criar objetos que funcionam como lembranças físicas de experiências afetivas. Em discussões online sobre eventos e cultura cervejeira, muitas pessoas relatam manter canecas antigas justamente pela memória emocional associada ao momento vivido.

Mais do que cerveja: memória de uma época

Em muitos casos, o copo do PiriBier não lembra apenas o festival. Ele lembra pessoas. Há canecas que remetem a viagens feitas em grupo, casais que se conheceram no evento, reencontros de amigos ou primeiras experiências em Pirenópolis durante o feriado de Corpus Christi.

Ao longo dos anos, o PiriBier se consolidou como um dos principais festivais cervejeiros do Centro-Oeste, reunindo música ao vivo, turismo e gastronomia em uma experiência que movimenta toda a cidade.

Esse crescimento ajudou a transformar o festival em parte da memória coletiva de muita gente que visita Pirenópolis regularmente. Em algumas casas, os copos ficam misturados aos utensílios do dia a dia. Em outras, são quase peças decorativas. Há pessoas que evitam usar para não quebrar. Outras continuam utilizando normalmente, como uma forma silenciosa de manter viva a lembrança das noites de festival.

Cada edição deixa uma marca diferente

O PiriBier também se tornou conhecido pela identidade visual de cada edição. Mudam as bandas, as artes, os palcos e os estilos musicais, mas o copo permanece como um dos poucos elementos que acompanham praticamente todos os anos do evento.

Para muitos frequentadores, a coleção das canecas acaba funcionando como uma linha do tempo pessoal.
Copos do PiriBier ainda guardam histórias em Pirenópolis

Um copo pode lembrar o show de uma banda específica. Outro pode remeter a uma edição mais vazia, mais fria ou mais intensa. Alguns guardam até marcas do uso: riscos, pequenas rachaduras e impressões apagadas pelo tempo.

A própria cultura cervejeira possui forte relação com copos e recipientes específicos. Em festivais artesanais, as canecas costumam representar pertencimento, experiência e identidade do público. O PiriBier incorporou isso naturalmente ao longo dos anos.

Segundo informações oficiais do festival, o evento reúne centenas de rótulos artesanais e experiências gastronômicas que ajudam a consolidar Pirenópolis como destino ligado ao turismo cervejeiro.

O objeto simples que sobrevive ao festival

Depois que os palcos são desmontados, as luzes se apagam e o aeroporto volta ao silêncio, poucas coisas permanecem concretamente nas mãos do público. O copo é uma delas. Talvez por isso ele tenha ganhado um significado tão simbólico.
Copos do PiriBier ainda guardam histórias em Pirenópolis

Enquanto ingressos desaparecem nos aplicativos e fotos ficam perdidas nas galerias do celular, a caneca continua ocupando espaço físico dentro da rotina das pessoas. Ela aparece em churrascos, reuniões de amigos, cozinhas, áreas externas e festas. Às vezes sem perceber, muita gente ainda usa os copos do PiriBier anos depois do evento.

Em Pirenópolis, o festival deixou de ser apenas uma programação anual. Ele passou a fazer parte da memória afetiva da cidade, principalmente para quem acompanha sua evolução desde as primeiras edições.

A nostalgia também virou tradição

Com a chegada do PiriBier 2026, moradores e turistas voltam a compartilhar expectativas sobre bandas, cervejas e reencontros. Mas existe também um movimento silencioso acontecendo dentro das casas: o reaparecimento dos copos antigos.

Alguns procuram o modelo de determinada edição. Outros postam fotos comparando coleções. Há quem ainda tenha guardado o primeiro copo do festival. No fim, a força desses objetos esteja justamente nisso, eles continuam existindo quando a música termina.

Leia também: PiriBier 2026 já tem local confirmado em Pirenópolis

Copa Cerveja Brasil escolhe Pirenópolis para etapa regional

A Copa Cerveja Brasil terá sua etapa Centro-Oeste realizada em Pirenópolis em 2026. A confirmação foi divulgada pela Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), responsável pela organização de uma das mais importantes competições do setor cervejeiro nacional.

A escolha da cidade goiana coloca Pirenópolis em evidência dentro de um circuito que reúne cervejarias, especialistas, jurados e profissionais ligados à produção artesanal de cerveja em diversas regiões do país. Além da competição, o evento promove intercâmbio técnico, qualificação profissional e visibilidade para produtores e marcas participantes.

Segundo os organizadores, fatores como patrimônio histórico, vocação turística, gastronomia e capacidade de receber eventos foram decisivos para que Pirenópolis fosse escolhida como sede da etapa Centro-Oeste.

Copa Cerveja Brasil reforça vocação de Pirenópolis para grandes eventos

A realização da Copa Cerveja Brasil amplia a lista de eventos de alcance regional e nacional que encontram em Pirenópolis um ambiente favorável para sua realização.

Reconhecida como um dos principais destinos turísticos de Goiás, a cidade possui estrutura consolidada de hospedagem, restaurantes, atrativos culturais e espaços voltados para eventos corporativos, gastronômicos e culturais.

Nos últimos anos, Pirenópolis tem sediado encontros ligados à música, cinema, gastronomia, esportes, bem-estar e economia criativa. A chegada de uma competição nacional do segmento cervejeiro fortalece ainda mais esse posicionamento.

A relação entre turismo e gastronomia também contribui para essa escolha. O município é conhecido por oferecer experiências que combinam patrimônio histórico, culinária regional, produção artesanal e contato com a natureza, características valorizadas por visitantes de diferentes partes do país.

A divulgação oficial da Abracerva utiliza inclusive imagens da cidade em seu material promocional, destacando a identidade visual e arquitetônica de Pirenópolis como parte da comunicação do evento.

Cronograma Copa Cerveja Brasil da etapa Centro-Oeste

A programação divulgada pela Abracerva prevê diferentes etapas para a realização da competição.

As inscrições permaneceram abertas até 15 de maio de 2026. O recebimento das amostras ocorreu entre os dias 18 e 29 de maio.

O julgamento das cervejas participantes está marcado para os dias 2 e 3 de junho de 2026, quando especialistas e jurados irão avaliar os produtos inscritos de acordo com critérios técnicos estabelecidos pelo concurso.

O processo de avaliação busca reconhecer a qualidade das cervejas produzidas na região e contribuir para o desenvolvimento técnico das cervejarias participantes.

Além da premiação, os participantes recebem avaliações especializadas que auxiliam no aperfeiçoamento de receitas, processos produtivos e padrões de qualidade.

Competição abre caminho para reconhecimento nacional e internacional

A Copa Cerveja Brasil é realizada em etapas regionais distribuídas pelo país. Os resultados dessas fases classificam cervejarias para a grande final nacional.

De acordo com a Abracerva, os medalhistas das etapas regionais garantem vaga na disputa nacional. Já os vencedores com medalha de ouro na final recebem inscrição para participar do World Beer Cup, considerado um dos mais relevantes concursos cervejeiros do mundo.

A competição Copa Cerveja Brasil também funciona como uma plataforma de conexão entre profissionais da cadeia produtiva, reunindo produtores, fornecedores, especialistas e representantes do mercado.

Outro diferencial destacado pela organização é o caráter educativo do concurso. O feedback técnico fornecido aos participantes contribui para a evolução da qualidade dos produtos e para o fortalecimento do setor cervejeiro artesanal brasileiro.

Associados da Abracerva recebem desconto especial nas inscrições. Segundo os valores divulgados pela entidade, o investimento para associados foi de R$ 150, enquanto integrantes de entidades locais pagaram R$ 180. Para não associados, a inscrição teve custo de R$ 300.

Impactos para turismo, gastronomia e economia local

A realização da Copa Cerveja Brasil em Pirenópolis tem potencial para gerar reflexos positivos em diferentes setores da economia local.

Eventos especializados costumam atrair participantes de outras cidades e estados, movimentando hotéis, pousadas, restaurantes, bares, cafeterias, lojas e serviços turísticos.

Além do impacto econômico direto, iniciativas desse porte ajudam a ampliar a visibilidade do município em nichos específicos do mercado turístico.

O turismo gastronômico é um dos segmentos em crescimento no Brasil e tem se tornado cada vez mais relevante para destinos que buscam diversificar suas atividades econômicas. Nesse contexto, a realização de um concurso nacional de cerveja artesanal contribui para aproximar Pirenópolis de um público interessado em experiências ligadas à produção artesanal, gastronomia e cultura.

A cidade já possui tradição na realização de eventos que valorizam sabores regionais, produtos artesanais e experiências culturais. A chegada da Copa Cerveja Brasil reforça essa identidade e amplia as possibilidades de atração de novos visitantes.

Outro aspecto importante é o fortalecimento da imagem de Pirenópolis como destino capaz de receber eventos especializados, característica que pode favorecer futuras iniciativas ligadas à gastronomia, ao turismo e à economia criativa.

A escolha da cidade para sediar a etapa Centro-Oeste demonstra o reconhecimento de atributos que há décadas contribuem para consolidar Pirenópolis como uma das referências turísticas mais importantes do Centro-Oeste brasileiro.

Com patrimônio histórico preservado, forte atividade cultural e crescente protagonismo gastronômico, o município segue atraindo eventos que ampliam sua presença em diferentes segmentos do mercado nacional.

Mais informações sobre a competição podem ser acompanhadas pelos canais oficiais da Abracerva e da Copa Cerveja Brasil.

 
 
 
 
 
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Leia também: Ballet infantil no COEPI: professora abre aulas para crianças em Pirenópolis

Ballet infantil no COEPI: professora abre aulas para crianças em Pirenópolis

O ballet infantil no COEPI em Pirenópolis foi destaque em um vídeo de convite feito pela professora responsável pelas aulas, que chama crianças e famílias para conhecerem a proposta de iniciação à dança clássica oferecida na instituição.

As atividades de ballet acontecem no espaço COEPI, em Pirenópolis, Goiás, e são conduzidas pela professora Giovana Pellegrino (@gii_pellegrino), que atua com dança e produção de conteúdo digital.

O convite tem como objetivo ampliar o acesso de crianças à prática do ballet, reforçando o papel da arte na formação educacional e cultural desde a infância.

Estrutura do ballet infantil no COEPI

O ballet infantil no COEPI é estruturado como um processo de iniciação à dança clássica, voltado ao desenvolvimento gradual das habilidades corporais e artísticas das crianças.

Iniciação à dança clássica

A iniciação ao ballet infantil envolve o aprendizado de fundamentos como postura, alinhamento corporal, coordenação motora e percepção espacial.

Esses elementos são essenciais na construção da base técnica da dança clássica e são adaptados à faixa etária infantil, respeitando o ritmo de cada aluno.

Educação corporal e desenvolvimento motor

O ballet infantil também trabalha aspectos da educação corporal, como equilíbrio, musicalidade e consciência do movimento.

Esses estímulos contribuem para o desenvolvimento motor e cognitivo, além de fortalecer habilidades sociais por meio da convivência em grupo.

COEPI e o contexto cultural de Pirenópolis

O espaço onde acontecem as aulas de ballet infantil, o COEPI, integra o cenário educacional e cultural de Pirenópolis, cidade reconhecida por sua forte tradição artística e turística.

Ballet infantil no COEPI: professora abre aulas para crianças em Pirenópolis
Ballet infantil no COEPI: professora abre aulas para crianças em Pirenópolis

Pirenópolis possui uma rede ativa de manifestações culturais, festivais e iniciativas voltadas à arte, o que favorece a inserção de projetos como o ballet infantil.

Nesse ambiente, o COEPI atua como ponto de apoio para atividades formativas que aproximam crianças da cultura e da expressão artística.

Formação artística desde a infância

A prática do ballet infantil contribui para a formação integral da criança, estimulando disciplina, sensibilidade e expressão corporal.

Em contextos educacionais estruturados, como o COEPI, essas experiências são organizadas de forma pedagógica e contínua.

Convite da professora e proposta pedagógica

O vídeo de divulgação do ballet infantil traz a professora Giovana Pellegrino (@gii_pellegrino) convidando crianças para participarem das aulas no COEPI.

Sua metodologia combina fundamentos da dança clássica com práticas adaptadas ao universo infantil, priorizando o aprendizado progressivo e a vivência corporal.

O convite reforça a abertura de turmas e a importância da participação das famílias no processo de formação artística das crianças.

Informações sobre as aulas de ballet infantil

As aulas de ballet acontecem às segundas e quartas-feiras no COEPI, com acompanhamento contínuo ao longo do semestre.

O formato permite regularidade no aprendizado e desenvolvimento progressivo das habilidades trabalhadas em sala.

Pais e responsáveis podem buscar mais informações sobre matrícula e aula experimental diretamente com a equipe responsável.

Importância do ballet infantil na formação cultural

O ballet infantil é uma prática amplamente utilizada na formação artística infantil por seus benefícios físicos, cognitivos e sociais.

Entre os principais impactos estão:

  • Desenvolvimento da coordenação motora
  • Estímulo à disciplina e concentração
  • Introdução à linguagem da dança clássica
  • Socialização e trabalho em grupo
  • Expressão corporal e criatividade

Em cidades com forte identidade cultural como Pirenópolis, iniciativas como essa contribuem para ampliar o acesso à arte e fortalecer a formação cultural local.

Leia também: Festival In-Verso: 3 oficinas gratuitas de poesia em Pirenópolis

FICA 2026 abre inscrições para oficinas na cidade de Goiás

O FICA 2026 abriu inscrições para as oficinas que integram a programação formativa da 27ª edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental. As atividades são gratuitas e voltadas para estudantes, profissionais e interessados nas áreas de audiovisual, cultura, comunicação, arte e sustentabilidade.

As inscrições para o FICA 2026 seguem abertas até as 17 horas do dia 7 de junho por meio da plataforma Plateia Editais. As oficinas serão realizadas entre os dias 17 e 20 de junho, no Colégio Sant’Ana, na cidade de Goiás, durante a programação oficial do festival.

Reconhecido como um dos principais eventos voltados ao cinema ambiental da América Latina, o FICA 2026 mantém a tradição de promover atividades de formação paralelamente às exibições de filmes, debates e apresentações culturais. A iniciativa busca ampliar o acesso ao conhecimento e estimular a qualificação de novos profissionais para o setor audiovisual.

O programa reúne atividades práticas e teóricas conduzidas por especialistas da área cultural e audiovisual. Os participantes terão contato com diferentes ferramentas de produção, comunicação e desenvolvimento de projetos, além de receber certificado ao final das atividades.

Oficinas do FICA 2026 abordam diferentes áreas do audiovisual

A programação do FICA 2026 contempla oficinas voltadas tanto para iniciantes quanto para pessoas que já atuam no setor cultural. As atividades exploram desde o desenvolvimento de projetos até técnicas de produção audiovisual utilizando equipamentos acessíveis.

Entre os destaques está o Laboratório de Desenvolvimento de Projetos Audiovisuais, realizado nos dias 17, 18 e 19 de junho. A formação oferece orientação para criação, estruturação e aperfeiçoamento de propostas audiovisuais. A atividade disponibiliza 25 vagas para participantes com mais de 18 anos.

Outra opção é a oficina de Comunicação Ambiental, que acontece nos dias 17 e 18 de junho. O conteúdo aborda estratégias de comunicação relacionadas à preservação ambiental, sustentabilidade e conscientização social. São oferecidas 20 vagas para maiores de idade.
 FICA 2026 abre inscrições para oficinas na cidade de Goiás

Também integra a programação a oficina Celumetragem: Cinema com Celular no Contexto Indígena. A atividade propõe a utilização do telefone celular como ferramenta de produção audiovisual e incentivo à construção de narrativas ligadas aos povos indígenas. A oficina será realizada nos dias 18 e 19 de junho e é destinada a participantes a partir de 14 anos.

Inspirada em uma das frases mais conhecidas da história do cinema brasileiro, a oficina Uma Câmera na Mão e Uma Ideia na Cabeça estimula processos criativos e formas acessíveis de produção audiovisual. A atividade acontece nos dias 18 e 19 de junho e oferece 20 vagas.

FICA 2026 – Formação inclui documentário e uso de drones

A programação do FICA 2026 também contempla atividades voltadas à produção documental. A oficina Projetos de Documentário apresenta conceitos de pesquisa, construção narrativa e desenvolvimento de propostas para o gênero documental. São disponibilizadas 25 vagas para participantes maiores de 18 anos.
 FICA 2026 abre inscrições para oficinas na cidade de Goiás

Outra atividade prevista é a Oficina de Drones, que será realizada no dia 19 de junho. O curso aborda aplicações da tecnologia em produções audiovisuais e apresenta técnicas básicas para utilização dos equipamentos em registros de imagem. A atividade possui 20 vagas e aceita participantes a partir de 14 anos.

O conjunto das oficinas demonstra a diversidade de linguagens presentes no audiovisual contemporâneo. Além de ampliar conhecimentos técnicos, as formações oferecem oportunidades de troca entre profissionais, estudantes e pessoas interessadas em ingressar no setor cultural.

Desde sua criação, o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental consolidou-se como um espaço de encontro entre cinema, educação, meio ambiente e cultura. A programação formativa tornou-se um dos pilares do evento ao longo dos anos, contribuindo para a capacitação de centenas de participantes em Goiás e em outras regiões do país.

O FICA 2026 será realizado entre os dias 16 e 21 de junho na histórica cidade de Goiás. O tema escolhido para esta edição é “Água e Clima no Brasil das Nascentes”, reforçando o debate sobre recursos hídricos, preservação ambiental e mudanças climáticas.

Além das oficinas, o FICA reúne mostras competitivas, exibições de filmes nacionais e internacionais, rodas de conversa, atividades educativas e apresentações artísticas. A combinação entre cultura e conscientização ambiental transformou o evento em uma referência para profissionais do audiovisual, pesquisadores, estudantes e público em geral.

A realização das atividades formativas fortalece o compromisso do festival com a democratização do conhecimento e com a valorização da produção cultural. Ao oferecer capacitação gratuita, o FICA 2026 amplia o acesso à formação especializada e contribui para o desenvolvimento do setor audiovisual em Goiás.

A cidade de Goiás, patrimônio cultural brasileiro, mais uma vez será palco das atividades do festival. O município recebe visitantes de diversas regiões durante o evento, movimentando o turismo cultural, a economia local e os espaços históricos que fazem parte da identidade da antiga capital goiana.

Com vagas limitadas, as oficinas representam uma oportunidade para quem deseja aprofundar conhecimentos, desenvolver projetos e ampliar contatos profissionais em um dos mais tradicionais festivais de cinema ambiental do continente.

 

Leia também: Programação de junho leva música e teatro a Pirenópolis

Programação de junho leva música e teatro a Pirenópolis

A programação de junho do Theatro Sebastião Pompeu de Pina traz uma agenda cultural gratuita que reúne música, teatro e formação artística em Pirenópolis. Entre os dias 26 e 28 de junho, moradores e visitantes poderão participar de atividades voltadas para diferentes públicos, reforçando o papel do espaço como um importante centro de difusão cultural na cidade.

Realizada pelo Sesc Goiás em parceria com o Governo de Goiás, a programação contempla apresentações musicais, oficina de caracterização e espetáculo teatral. Todas as atividades possuem entrada gratuita, mediante retirada antecipada de ingressos pela plataforma Sympla.

O Theatro Sebastião Pompeu de Pina ocupa posição de destaque na cena cultural pirenopolina. Localizado no Centro Histórico, o espaço recebe regularmente apresentações artísticas, projetos formativos e ações culturais que fortalecem a produção artística local e promovem o acesso da população à cultura.

Ao longo dos últimos anos, o teatro consolidou-se como um dos principais equipamentos culturais de Pirenópolis, atraindo artistas de diferentes regiões do país e contribuindo para a formação de público nas áreas da música, das artes cênicas e da educação cultural.

Programação de junho reúne atrações musicais e formação artística

A abertura da programação de junho acontece no dia 26 de junho, às 20h, com apresentação da cantora e compositora Mariana Aydar. A artista possui trajetória consolidada na música brasileira e é reconhecida por trabalhos que dialogam com diferentes matrizes culturais do país.
Programação de junho leva música e teatro a Pirenópolis

Sua participação integra a agenda musical promovida pelo teatro e amplia as oportunidades de acesso do público local a artistas de projeção nacional. A realização de shows gratuitos também contribui para aproximar novos públicos das atividades culturais desenvolvidas no município.

No dia 27 de junho, às 20h, a programação segue com apresentação da cantora Cejane Verdejo. O espetáculo amplia a diversidade musical da agenda e oferece ao público mais uma oportunidade de contato com diferentes expressões artísticas.

Programação de junho – Oficina e espetáculo completam a agenda cultural

Além dos shows, a programação de junho contempla ações voltadas para formação artística. Nos dias 27 e 28 de junho será realizada a oficina de caracterização ministrada por Jéssika Hannder.
Programação de junho leva música e teatro a Pirenópolis

A atividade possui classificação indicativa para maiores de 15 anos e será desenvolvida em dois encontros. No primeiro dia, as atividades acontecem das 13h às 17h. No segundo dia, das 8h às 12h.

A oficina busca apresentar técnicas relacionadas à construção visual de personagens e à caracterização utilizada em produções artísticas, especialmente no universo teatral. A iniciativa também contribui para a capacitação de artistas, estudantes e interessados nas artes cênicas.

Encerrando a programação de junho, o espetáculo “Tranças”, apresentado pelo Grupo Teatro Destinatário, será realizado no dia 28 de junho, às 18h. Com classificação livre, a montagem integra a agenda teatral do mês e amplia a oferta de atividades voltadas para toda a família.

A presença de espetáculos gratuitos fortalece a democratização do acesso à cultura e amplia as possibilidades de participação da comunidade em ações artísticas desenvolvidas no município.

Cultura fortalece o turismo e a vida cultural de Pirenópolis

A programação de junho cultural permanente desempenha papel importante no fortalecimento do turismo em Pirenópolis. Conhecida nacionalmente por seu patrimônio histórico, suas tradições culturais e sua intensa agenda de eventos, a cidade também se destaca pela oferta de atividades artísticas ao longo de todo o ano.

Espaços como o Theatro Sebastião Pompeu de Pina contribuem para diversificar a experiência de moradores e visitantes, criando oportunidades de contato com diferentes linguagens culturais e fortalecendo a economia criativa local.

A realização de shows, oficinas e espetáculos estimula a circulação de pessoas no Centro Histórico, movimenta serviços ligados ao turismo e amplia a visibilidade da produção artística. Além disso, ações gratuitas promovem inclusão cultural e permitem que públicos de diferentes faixas etárias tenham acesso a atividades de qualidade.

A programação de junho reforça esse compromisso ao oferecer atrações variadas em um curto período, reunindo música, formação artística e teatro em uma agenda acessível para toda a comunidade.

Os ingressos para todas as atividades são gratuitos e podem ser retirados antecipadamente pela plataforma Sympla, conforme disponibilidade.

Agenda:

Show Mariana Aydar
26 de junho | 20h

Show Cejane Verdejo
27 de junho | 20h

Oficina de Caracterização com Jéssika Hannder
27 de junho – das 13h às 17h
28 de junho – das 8h às 12h

Espetáculo “Tranças” – Grupo Teatro Destinatário
28 de junho | 18h

Local: Theatro Sebastião Pompeu de Pina
Entrada gratuita mediante retirada de ingressos pelo Sympla.

 

Leia também: PiriBier 2026: 3 dias de shows e line-up diverso no festival

Acácia-rosa colore noite no centro histórico de Pirenópolis

A acácia-rosa registrada no centro histórico de Pirenópolis transformou a paisagem noturna da cidade em uma composição marcada por luz, sombra e tons avermelhados. Iluminada pelos postes coloniais e cercada pelo casario histórico, a árvore chamou atenção de moradores e visitantes que circulavam pela região durante a noite.

Muito utilizada na arborização urbana por sua copa ampla e floração ornamental, a acácia-rosa se destaca pela intensidade das cores e pela presença marcante em áreas históricas e praças públicas. Em Pirenópolis, onde natureza e patrimônio convivem lado a lado, árvores antigas ajudam a construir parte da identidade visual das ruas de pedra.

Quando a cidade desacelera, a paisagem aparece

Com menos movimento nas ruas, detalhes que passam despercebidos durante o dia ganham protagonismo à noite. A iluminação amarelada refletida nas folhas criou um contraste natural com o céu escuro e o conjunto arquitetônico colonial ao redor da árvore.

Na imagem, a acácia-rosa parece ocupar toda a esquina, criando uma espécie de teto natural sobre o trecho histórico da cidade.

Entre raízes e patrimônio

Pirenópolis preserva construções do século XVIII, mas também mantém elementos naturais que acompanham há décadas a transformação urbana da cidade. Árvores ornamentais espalhadas pelo centro histórico ajudam a amenizar o clima, criar áreas de convivência e fortalecer a paisagem cultural do município.

Em cenários como esse, a natureza deixa de ser apenas parte da cidade e passa a fazer parte da memória visual de quem caminha por ela.

“Há árvores que florescem. Outras parecem acender a cidade.”

Veja também: Pirenópolis e Serra dos Pireneus em cenário histórico

Festival In-Verso: 3 oficinas gratuitas de poesia em Pirenópolis

O Festival In-Verso chega a Pirenópolis como o primeiro festival de poesia infantojuvenil da cidade, reunindo oficinas gratuitas e atividades formativas voltadas para crianças e adolescentes. O Festival In-Verso acontece nos dias 10, 11 e 12 de junho e propõe experiências com escrita criativa, poesia falada e presença cênica, ampliando o acesso à cultura no interior de Goiás.

A iniciativa busca fortalecer a criatividade, a oralidade, o senso crítico e a autoestima de jovens participantes, ao mesmo tempo em que promove o contato direto com a literatura e a expressão artística. O encerramento está previsto para 30 de junho, com um sarau aberto ao público.

O projeto é realizado pelo Instituto Bororó e pela Arandu Ecopedagogia, com apoio do Sicoob Goiás e da Prefeitura de Pirenópolis.

Origem do Festival In-Verso e proposta educativa

O Festival In-Verso nasce a partir da experiência da Arandu Ecopedagogia, projeto de educação não formal criado em 2021 em Pirenópolis. A iniciativa surgiu do trabalho da bióloga Aline Lino e do músico Marcus Lua, que identificaram, ao longo das atividades pedagógicas, o surgimento espontâneo de práticas poéticas entre os estudantes.
Festival In-Verso: 3 oficinas gratuitas de poesia em Pirenópolis

Durante oficinas e atividades teatrais, crianças e adolescentes passaram a produzir poemas autorais e demonstrar interesse por batalhas de rima e improviso. Esse movimento reforçou a relação entre educação, arte e expressão individual como ferramentas de desenvolvimento humano.

A proposta do festival é ampliar esse espaço de criação, reconhecendo crianças e jovens como sujeitos produtores de cultura e não apenas consumidores de conteúdo.

Parcerias e fortalecimento da cultura local

O Festival In-Verso conta com a atuação conjunta de educadores, artistas e instituições culturais da região. O Instituto Bororó, parceiro do projeto, atua na articulação de ações culturais no território, enquanto a Arandu Ecopedagogia desenvolve a base pedagógica das oficinas.

A proposta também se conecta com políticas de acesso à cultura no interior, reforçando a importância de iniciativas gratuitas e abertas ao público como forma de democratização do conhecimento artístico.

Festival In-Verso e programação de oficinas gratuitas

A programação do Festival In-Verso será realizada no Centro Municipal de Artes e Música Ita e Alaor, localizado no centro de Pirenópolis. As atividades acontecem no período da tarde, a partir das 14h, com participação aberta mediante inscrição prévia.

As oficinas também dialogam com estudantes da rede pública no período da manhã, ampliando o alcance do projeto e fortalecendo o vínculo com o ambiente escolar.

Oficinas de escrita, poesia falada e presença cênica
Festival In-Verso: 3 oficinas gratuitas de poesia em Pirenópolis

A programação do Festival In-Verso inclui três oficinas principais:

  • 10 de junho: Oficina de Escrita Poética com Pedro Moreira
  • 11 de junho: Oficina de Poesia Falada com Tito Noleto
  • 12 de junho: Oficina de Declamação e Presença Cênica com Tulasi Devi

As atividades propõem uma imersão na linguagem poética em diferentes formas de expressão, passando pela escrita, oralidade e performance corporal.

O professor Pedro Moreira trabalha a literatura como ferramenta de imaginação e construção de pensamento. Já o artista Tito Noleto, com experiência em batalhas de rima, propõe a poesia como linguagem de liberdade e expressão urbana. A atriz Tulasi Devi conduz práticas de corpo e voz, conectando expressão artística e identidade.

Festival In-Verso e o encerramento com sarau

O encerramento do Festival In-Verso acontece no dia 30 de junho, às 18h30, com um sarau aberto ao público. A programação inclui apresentações dos participantes das oficinas, leitura de poesias autorais e atividades culturais.

Também haverá exposição em formato de varal literário, reunindo produções desenvolvidas ao longo do festival, além de apresentação musical do Trio Arandulinas.

O momento final reforça a proposta do projeto de integrar diferentes linguagens artísticas e valorizar a produção cultural dos jovens participantes.

Festival In-Verso e impacto na formação juvenil

O Festival In-Verso dialoga com questões contemporâneas relacionadas ao uso intensivo de telas e à diminuição de experiências presenciais. A proposta aposta na literatura e na expressão artística como formas de estimular imaginação, sensibilidade e pensamento crítico.

A partir da escrita e da performance, crianças e adolescentes são incentivados a construir narrativas próprias, ampliando repertórios culturais e fortalecendo vínculos com a comunidade.

A produtora cultural Uyara Queiroz destaca a importância de projetos realizados no interior como forma de revelar a potência criativa de territórios muitas vezes invisibilizados no circuito cultural tradicional.

Programação geral

Local: Centro Municipal de Artes e Música Ita e Alaor – Rua da Prata, 14, Centro de Pirenópolis

10 de junho (14h)
Oficina de Escrita Poética

11 de junho (14h)
Oficina de Poesia Falada

12 de junho (14h)
Oficina de Declamação e Presença Cênica

30 de junho (18h30)
Sarau de encerramento com apresentações e varal literário

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